Entenda como a tecnologia transformou a operação dos estacionamentos

 

Imagem do CCO, visão do colaborador olhando as câmeras da Central de Controle Operacional.Quando olhamos para o passado, podemos perceber que a busca por eficiência operacional faz parte da história do mercado de estacionamentos. Isso ocorreu ao longo do tempo, devido à procura constante dos empreendedores por um maior controle das operações.

Se fizermos uma breve cronologia de como funcionava o setor, lembraremos que antigamente as operações de estacionamento eram controladas por pessoas que ficavam em cabines nas entradas e saídas dos pátios para emitir o ticket, efetuar a cobrança e liberação dos veículos. Além de custos operacionais elevados, a operação contava com controles manuais e ineficientes, já que basicamente dependia da honestidade do operador da cabine para efetuar a cobrança corretamente.

Dentro deste cenário, surge a primeira leva de automação, com a implementação de cancelas automáticas que substituíram as cabines e levaram o nível de controle, velocidade e organização dos estacionamentos para um novo patamar, provocando a primeira grande mudança na experiência dos clientes frequentadores de shoppings, supermercados, hospitais, centros de eventos entre outros.

No entanto, quando comparado com operações de países da Europa, a operação de parking brasileira ainda era muito atrasada, pois os recebimentos dos pagamentos seguiam de forma manual, o que gerava diversas ineficiências e riscos operacionais por conta do alto volume de dinheiro movimentado e risco de roubo, principalmente em operações de grande fluxo.

Foi a partir daí que surgiu a necessidade de automatizar a operação de pagamento e apareceram como soluções as entradas expressas e as Estações de Pagamento Automático, que viabilizaram mais velocidade e disponibilidade de opções de pagamento para os clientes, transformando mais uma vez a experiência nos estacionamentos.

Porém, essas tecnologias ainda não permitiam uma experiência tecnológica completa aos clientes dos estacionamentos.

Diante deste panorama, em 2017, a PareBem, uma das maiores empresas do setor no Brasil, começou a desenvolver e implantar a quarta evolução na automação de estacionamentos com a criação do CCO (Central de Controle de Operações), tornando as operações ainda mais velozes, eficientes e controladas.

O CCO é mais que uma central de monitoramento, pois oferece soluções em tecnologia, que possibilitam o atendimento remoto ao usuário por meio de interfones e câmeras disponíveis 24 horas, sendo possível não só monitorar o estacionamento, mas de fato operar o estacionamento à distância como explica o Rafael Sousa, Diretor de Operações da PareBem.

“A tecnologia e os processos para funcionamento do CCO foram desenvolvidos internamente, e a PareBem é a única no país que de fato opera o estacionamento remotamente, controlando imagens, áudio e automação de sistemas diferentes na mesma tela de atendimento”, afirma.

Por meio da tecnologia da Central de Controle de Operações, a PareBem gerencia ocorrências no pátio, efetua abertura remota de cancelas, realiza testes nos equipamentos remotamente, controla a disponibilidade de funcionamento dos equipamentos, volume de bobinas, troco e demais insumos operacionais necessários para a qualidade de uma operação automatizada, além de auxiliar na constatação de sinistros e gestão por meio de dados e informações. Tudo isso alinhado a políticas de segurança dos dados e a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados.

Atualmente, mais de 40 operações funcionam através do CCO, se tornando em média 40% mais eficientes. Através de suas centrais, a PareBem administra mais de 42 mil vagas e 400 pontos de atendimento espalhados por todo o território brasileiro, operando desde shoppings a hospitais, centros universitários e de eventos.